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Pesquisadores estão usando novas moléculas, células1 imunológicas projetadas e terapia genética para matar células1 senescentes2 e tratar doenças relacionadas à idade. Em um estudo recente, publicado na revista Nature Medicine, forneceu-se evidências de que uma carga elevada de células1 senescentes2 na retina3 desencadeia características fundamentais da patologia4 do edema macular5 diabético (EMD) e realizou-se um teste inicial de terapia senolítica em pacientes com EMD. Foi desenvolvido um medicamento, chamado foselutoclax, que se mostrou capaz de reduzir o vazamento vascular6 retiniano induzido por diabetes7 e preservar a função retiniana em camundongos.
1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Senescentes: Que está em processo de envelhecimento.
3 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
4 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
5 Edema macular: Inchaço na mácula.
6 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
7 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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Uma equipe de pesquisadores na França estudou as relações entre a ingestão alimentar de emulsificantes, avaliada durante um período de acompanhamento máximo de 14 anos, e o risco de desenvolver diabetes tipo 21 num grande estudo na população em geral, publicado no The Lancet Diabetes2 & Endocrinology. Após um acompanhamento médio de sete anos, os pesquisadores observaram que a exposição crônica – avaliada por dados repetidos – aos seguintes emulsificantes estava associada a um risco aumentado de diabetes tipo 21: carrageninas, fosfato tripotássico, ésteres de ácido monoacetil e diacetil tartárico de monoglicerídeos e diglicerídeos de ácidos graxos, citrato de sódio, goma guar, goma arábica e goma xantana.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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Um medicamento para diabetes1 relacionado à última geração de medicamentos para obesidade2, como o Wegovy, pode retardar o desenvolvimento dos sintomas3 da doença de Parkinson4, sugere um ensaio clínico publicado no The New England Journal of Medicine. Os participantes que tomaram o medicamento, um agonista5 do receptor do peptídeo 1 semelhante ao glucagon6 (GLP-1) chamado lixisenatida (Adlyxin), durante 12 meses não apresentaram piora dos sintomas3 – um ganho em uma condição marcada pela perda progressiva do controle motor.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
5 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
6 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
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Progressos significativos foram alcançados na batalha contra o diabetes mellitus1, graças a um esforço colaborativo entre pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Em um feito histórico, os pesquisadores obtiveram insulina2 humana por meio do leite de uma vaca transgênica, isto é, um animal que sofreu modificações genéticas. Este avanço, documentado em um estudo publicado na revista científica Biotechnology Journal, representa uma esperança para inúmeras pessoas afetadas pelo diabetes3 globalmente.
1 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
2 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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Pessoas com diabetes tipo 21 que param de usar medicamentos como Ozempic ou Wegovy, que desencadeiam a perda de peso, podem evitar recuperar os quilos perdidos se adotarem uma dieta cetogênica, que é pobre em carboidratos. A descoberta, proveniente de um pequeno estudo, desafia a noção de que as pessoas devem tomar esses medicamentos indefinidamente para evitar ganho de peso indesejado. No estudo, publicado no jornal científico Diabetes2 Therapy, pessoas com diabetes tipo 21 mantiveram a perda de peso com dieta cetogênica por um ano depois de pararem de usar Ozempic ou medicamentos similares.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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Uma revisão de pesquisas envolvendo quase 10 milhões de pessoas encontrou uma associação direta entre o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e 32 problemas de saúde1, incluindo mortalidade2 precoce, câncer3 e doenças cardiovasculares4, mentais, respiratórias, gastrointestinais e metabólicas. Os achados, publicados no The British Medical Journal, confirmam que alimentos ultraprocessados prejudicam a saúde1 e encurtam a vida.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
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Intervenções farmacológicas e dietéticas direcionadas à glicemia pós-prandial1 provaram ser eficazes na redução do risco de diabetes tipo 22 e suas complicações cardiovasculares. Além da composição e do tamanho da refeição, o momento do consumo de macronutrientes3 durante uma refeição foi recentemente reconhecido como um regulador chave da glicemia pós-prandial1. Nesta revisão, publicada na revista Frontiers in Endocrinology, observou-se que estratégias nutricionais baseadas na pré-carga de nutrientes, isoladamente ou em combinação com tratamentos farmacológicos, podem oferecer uma ferramenta simples, eficaz, segura e barata para a prevenção e tratamento da hiperglicemia4 pós-prandial.
1 Glicemia pós-prandial: Teste de glicose feito entre 1 a 2 horas após refeição.
2 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
3 Macronutrientes: Os macronutrientes fornecem as calorias aos alimentos. São eles: carboidratos, proteínas e lipídeos.
4 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
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Uma criança de 4 meses com hiperinsulinismo1 congênito2 respondeu bem ao tratamento off-label com um medicamento contra o câncer3 de mama4, relataram pesquisadores em uma correspondência publicada no The New England Journal of Medicine. Depois que o bebê iniciou o tratamento com alpelisibe (Piqray) – um inibidor seletivo de fosfatidilinositol-3-quinase (PI3K) – houve uma redução substancial na porcentagem de tempo abaixo da faixa alvo de glicose5 (abaixo de 63 mg/dL6). Na semana 13, o monitoramento contínuo da glicose5 mostrou que o paciente passou apenas 2% do tempo abaixo da faixa alvo.
1 Hiperinsulinismo: O hiperinsulinismo congênito resulta de defeitos em genes responsáveis por regular a secreção de insulina pelas células beta do pâncreas, causando hipoglicemia persistente durante a infância. O quadro de hipoglicemia pode ser grave e de difícil tratamento, apresentando elevado risco de convulsão e lesão cerebral.
2 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
5 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
6 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
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As pessoas com diabetes tipo 21 que perdem peso enquanto participam em ensaios clínicos2 parecem ter substancialmente mais probabilidades de reverter a sua condição do que aquelas que perdem peso fora desses estudos. As descobertas são de um estudo publicado na revista PLoS Medicine. Na realidade, menos de 10% das pessoas com diabetes tipo 21 que perdem peso fora de ensaios clínicos2 conseguem tal reversão, mesmo quando acompanhadas durante vários anos. Nos ensaios, esse número pode chegar perto de 90%.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
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Um estudo publicado na revista Diabetologia avaliou o impacto da remissão do diabetes tipo 21 nos resultados de saúde2 a longo prazo. Segundo os achados, pessoas com qualquer evidência de remissão do diabetes tipo 21 com mudanças na dieta e no estilo de vida tiveram uma taxa 40% menor de doenças cardiovasculares3 (DCV) e uma taxa 33% menor de doença renal4 crônica (DRC) em comparação com aquelas sem remissão.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
4 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
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