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Estamos começando a entender o papel que a genética desempenha no início da síndrome1 da fadiga2 crônica, também conhecida como encefalomielite miálgica (EM/SFC). De acordo com o maior estudo desse tipo até o momento, por enquanto disponível apenas como preprint na plataforma medRxiv, 259 genes estão envolvidos. Isso é seis vezes mais do que o número identificado em um estudo anterior, no início de 2025. O estudo também amplia nosso conhecimento sobre como a EM/SFC difere da COVID longa, uma condição muito semelhante.
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Psiquiatras têm se baseado, por muito tempo, em manuais de diagnóstico1 que consideram a maioria das condições de saúde2 mental como distintas umas das outras. A depressão, por exemplo, é listada como um transtorno separado da ansiedade. Mas uma análise genética de mais de um milhão de pessoas sugere que uma série de condições psiquiátricas têm raízes biológicas comuns. Segundo a análise, publicada na revista Nature, 14 transtornos de saúde2 mental, tipicamente considerados distintos, na verdade se enquadram em cinco grupos, cada um deles ligado a um conjunto específico de variantes genéticas.
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Uma política hospitalar para aumentar o uso de ácido tranexâmico (TXA) no período perioperatório reduziu as transfusões de sangue1 durante cirurgias não cardíacas de grande porte, sem impacto aparente em eventos de coagulação2, segundo um ensaio clínico randomizado3 por agrupamentos apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Hematologia e publicado no periódico Blood. Entre mais de 8.000 pacientes submetidos a cirurgias de alto risco, o uso rotineiro de TXA reduziu a probabilidade de transfusões em 31% em comparação com o placebo4.
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O horário do dia em que os medicamentos contra o câncer1 são administrados pode fazer uma grande diferença nos resultados para o paciente e seria uma intervenção relativamente simples de implementar. As descobertas são de um estudo publicado no jornal científico Cancer1 e reforçam a evidência de que nossos relógios biológicos influenciam a eficácia dos tratamentos contra o câncer1.
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Uma dose da vacina1 bivalente ou nonavalente contra o HPV mostrou-se não inferior a duas doses, segundo o estudo randomizado2 ESCUDDO, cujos resultados foram publicados no The New England Journal of Medicine. A eficácia da vacina1 foi de pelo menos 97% contra a infecção3 por HPV 16 ou 18, independentemente de a participante ter recebido uma ou duas doses da vacina1 bivalente ou nonavalente. Esses resultados corroboram a recomendação da OMS de vacinação contra o HPV em dose única, visando aumentar a cobertura vacinal e, ao mesmo tempo, manter a eficácia.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou a versão em comprimido do agonista1 do receptor GLP-1 semaglutida (Wegovy), tornando-o o primeiro agente GLP-1 oral indicado para perda de peso, anunciou a farmacêutica Novo Nordisk. O comprimido de 25 mg, administrado uma vez ao dia, é aprovado para reduzir o peso e manter a perda de peso a longo prazo, em conjunto com dieta e exercícios, e para reduzir o risco de eventos cardiovasculares adversos maiores (ECAM).
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Um estudo da Stanford Medicine, publicado no jornal científico The Journal of Clinical Investigation, mostrou que uma reconfiguração do sistema imunológico curou o diabetes1 autoimune2, ou tipo 1, em camundongos. A abordagem pode ser útil para outras doenças autoimunes3, bem como para transplantes de órgãos.
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Eli Lilly, a farmacêutica fabricante dos medicamentos de tirzepatida Zepbound para perda de peso e Mounjaro para diabetes1, relatou os resultados de um estudo com seu novo medicamento, a retatrutida, que atua em três hormônios do corpo. Pessoas com obesidade2 e artrite3 que tomaram o medicamento experimental perderam mais peso do que com qualquer outro medicamento atualmente no mercado e relataram alívio dos sintomas4 da artrite3, anunciou a empresa. Participantes que receberam a dose de 12 miligramas de retatrutida perderam, em média, 28,7% do peso corporal, ou 32,3 kg.
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Para enfrentar o crescente desafio global da obesidade1, que afeta mais de 1 bilhão de pessoas, a Organização Mundial da Saúde2 (OMS) publicou sua primeira diretriz sobre o uso de terapias com peptídeo 1 semelhante ao glucagon3 (GLP-1) para o tratamento da obesidade1 como uma doença crônica e recidivante4. As novas diretrizes da OMS contêm duas recomendações condicionais principais e será atualizada regularmente à medida que novas evidências surgirem.
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A solução de clascoterona a 5% oferece um novo mecanismo de ação para a alopecia1 androgenética (AAG), atuando localmente nos receptores de andrógenos2 com mínima absorção sistêmica. Ensaios clínicos3 de fase 3, com resultados divulgados pela empresa Cosmo Pharmaceuticals, demonstraram melhorias significativas no crescimento capilar4 e resultados positivos relatados pelos pacientes, reforçando a relevância clínica. O perfil de segurança da clascoterona é favorável, com eventos adversos emergentes do tratamento semelhantes aos dos grupos placebo5 e exposição sistêmica mínima. Se aprovada, a clascoterona poderá ampliar as opções de tratamento para AAG, principalmente para pacientes6 que evitam terapias orais ou que não respondem aos tratamentos atuais.
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