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Ultrassom de alta frequência na dermatologia permite enxergar além da superfície da pele

Ultrassom de alta frequência na dermatologia permite enxergar além da superfície da pele

Estudos destacam que a ultrassonografia1 de alta resolução e alta frequência é cada vez mais utilizada em dermatologia para a visualização não invasiva e em tempo real das estruturas e patologias da pele2, sendo capaz de fornecer informações cruciais que complementam o exame clínico. Ela permite avaliar com precisão a gravidade e a atividade de diversas dermatoses inflamatórias. Também é útil no diagnóstico3 e planejamento pré-operatório de tumores de pele2. Além disso, pode reduzir a necessidade de biópsia4 cutânea5 em algumas situações, o que é especialmente útil na população pediátrica e em distúrbios das unhas6 e do cabelo7.
1 Ultrassonografia: Ultrassonografia ou ecografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
2 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
5 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
6 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
7 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
Maior ingestão de conservantes alimentares está associada ao diabetes tipo 2

Maior ingestão de conservantes alimentares está associada ao diabetes tipo 2

Pessoas que consomem mais conservantes alimentares podem ter um risco maior de desenvolver diabetes tipo 21, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Communications. Dos 17 conservantes utilizados por pelo menos 10% da população estudada, 12 foram associados a uma maior incidência2 de diabetes tipo 21. Isso incluiu tanto aditivos não antioxidantes, como o sorbato de potássio, quanto aditivos antioxidantes, como o ácido cítrico.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
Aditivos alimentares comuns foram associados ao risco de câncer

Aditivos alimentares comuns foram associados ao risco de câncer

Um estudo publicado pelo The BMJ sugeriu que o maior consumo de conservantes alimentares, amplamente utilizados em alimentos e bebidas processados, está associado a um risco aumentado de câncer1. A maioria dos conservantes ligados a esse risco aumentado eram não antioxidantes. Considerando o uso disseminado desses aditivos, o estudo tem importantes implicações para a saúde2 pública, afirmaram os pesquisadores.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
O câncer pode escapar das defesas imunológicas roubando mitocôndrias

O câncer pode escapar das defesas imunológicas roubando mitocôndrias

O sequestro de organelas produtoras de energia das células1 imunológicas parece ajudar tumores em camundongos a infiltrar os linfonodos2. De acordo com um estudo publicado na revista Cell Metabolism, células1 cancerígenas usam mitocôndrias3 roubadas de células1 imunológicas para se espalhar e escapar da detecção.
1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Linfonodos: Gânglios ou nodos linfáticos.
3 Mitocôndrias: Organelas semi-autônomas que se auto-reproduzem, encontradas na maioria do citoplasma de todas as células, mas não de todos os eucariotos. Cada mitocôndria é envolvida por uma membrana dupla limitante. A membrana interna é altamente invaginada e suas projeções são denominadas cristas. As mitocôndrias são os locais das reações de fosforilação oxidativa, que resultam na formação de ATP. Elas contêm RIBOSSOMOS característicos, RNA DE TRANSFERÊNCIA, AMINOACIL-T RNA SINTASES e fatores de alongação e terminação. A mitocôndria depende dos genes contidos no núcleo das células no qual se encontram muitos RNAs mensageiros essenciais (RNA MENSAGEIRO). Acredita-se que a mitocôndria tenha se originado a partir de bactérias aeróbicas que estabeleceram uma relação simbiótica com os protoeucariotos primitivos.
Como a disponibilidade de nutrientes influencia a disseminação do câncer de mama

Como a disponibilidade de nutrientes influencia a disseminação do câncer de mama

Pesquisadores descobriram, em camundongos, que múltiplos nutrientes e características das células1 cancerígenas atuam em conjunto para controlar a disseminação do câncer2 de mama3 para outros órgãos. Em estudo publicado na revista Nature, a equipe relata que as células1 cancerígenas da mama3 necessitam do nutriente purina para metastatizar, independentemente de sua localização. As descobertas esclarecem o processo de metástase4 do câncer2 e podem levar a terapias mais personalizadas para o câncer2 de mama3.
1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
4 Metástase: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.

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