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Novo medicamento interrompe o desenvolvimento da doença de Alzheimer em ensaio clínico inovador

Novo medicamento interrompe o desenvolvimento da doença de Alzheimer em ensaio clínico inovador

Cientistas desenvolveram um novo medicamento promissor que parece ser eficaz em retardar a progressão da doença de Alzheimer1 antes mesmo de ela se instalar. As descobertas foram publicadas na revista Alzheimer’s & Dementia. O medicamento se chama NU-9 e foi testado em modelos de camundongos com Alzheimer2. Descobriu-se que ele é capaz de reduzir significativamente os níveis de moléculas de proteína tóxicas chamadas oligômeros beta-amiloides, que podem se agregar formando as placas3 nocivas associadas ao Alzheimer2.
1 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
2 Alzheimer: Doença degenerativa crônica que produz uma deterioração insidiosa e progressiva das funções intelectuais superiores. É uma das causas mais freqüentes de demência. Geralmente começa a partir dos 50 anos de idade e tem incidência similar entre homens e mulheres.
3 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
Novo estudo revela o potencial de terapia oral inédita para tratar diabetes e obesidade, sem perda de massa muscular

Novo estudo revela o potencial de terapia oral inédita para tratar diabetes e obesidade, sem perda de massa muscular

Um medicamento oral experimental testado em humanos mostrou que pode aumentar a queima de gordura1 mesmo em repouso, sem comprometer a massa muscular, além de aumentar a absorção de glicose2 e a sensibilidade à insulina3. O bom desempenho demonstrado em ensaios pré-clínicos e clínicos pode abrir um novo caminho para o tratamento da obesidade4 e do diabetes tipo 25. O composto, chamado ATR-258, foi descrito em um estudo publicado na revista Cell.
1 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
2 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
3 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
4 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
5 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
Após a interrupção do uso de medicamentos para perda de peso, ganhos em saúde desaparecem em até 2 anos

Após a interrupção do uso de medicamentos para perda de peso, ganhos em saúde desaparecem em até 2 anos

Medicamentos como o Ozempic transformaram a forma como tratamos a obesidade1, mas uma revisão de quase 40 estudos mostra que as pessoas recuperam o peso rapidamente se interromperem o tratamento. De acordo com o estudo publicado no The British Medical Journal (BMJ), os benefícios relacionados ao peso e à saúde2 cardiovascular foram completamente revertidos em até 2 anos após a interrupção do uso de medicamentos para emagrecer. Os pacientes recuperaram cerca de 0,4 kg por mês, retornando ao peso inicial em apenas 1,7 ano. Os resultados destacam a necessidade de tratamento a longo prazo com medicamentos para perda de peso a fim de manter os benefícios.
1 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Vacina experimental previne reações alérgicas fatais em camundongos

Vacina experimental previne reações alérgicas fatais em camundongos

Uma vacina1 experimental protegeu camundongos geneticamente modificados contra reações alérgicas graves por até um ano, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine. Segundo os cientistas, as descobertas mostram que a vacinação é uma abordagem promissora para a prevenção de reações alérgicas e pode oferecer proteção mais longa contra alergias do que os tratamentos existentes.
1 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
Restaurando a juventude de células imunológicas envelhecidas: terapia com mRNA reverte o processo de envelhecimento

Restaurando a juventude de células imunológicas envelhecidas: terapia com mRNA reverte o processo de envelhecimento

Um coquetel de três RNAs mensageiros (mRNAs), administrado duas vezes por semana, pode rejuvenescer o sistema imunológico1 debilitado de camundongos idosos e potencializar as respostas a vacinas e tratamentos contra o câncer2, segundo um estudo publicado na revista Nature. O tratamento fornece um reforço necessário às células3 imunológicas chamadas células3 T, que coordenam as respostas imunes e destroem células3 infectadas. À medida que as pessoas envelhecem, sua capacidade de produzir células3 T diminui, e as que restam tornam-se menos eficazes.
1 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
Seis sintomas depressivos da meia-idade associados à demência

Seis sintomas depressivos da meia-idade associados à demência

Seis sintomas1 específicos de depressão na meia-idade foram associados a um risco maior de demência2, de acordo com dados prospectivos publicado no The Lancet Psychiatry. Esses sintomas1 incluíam perda de confiança e dificuldades na resolução de problemas. As associações foram independentes dos fatores de risco comuns para demência2. Os pesquisadores ressaltam que alguns dos sintomas1 mais comuns observados na prática clínica não foram associados ao risco de demência2, destacando que nem todas as pessoas com depressão na meia-idade têm um risco maior de desenvolver demência2 mais tarde na vida.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.

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